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Angainor


A Opressora, a grande corrente forjada por Aulë em Aman e com a qual Melkor foi acorrentado em duas ocasiões.
Aquando do acordar dos Elfos em Cuiviénen, os Valar decidiram lançar guerra a Melkor de forma a libertar a Terra Média do seu jugo negro e assim permitir que os Primogénitos
vivessem longe da influência do Vala caído.
Angainor foi forjada com sete metais: cobre, prata, estanho, chumbo, ferro, ouro e tilkal, um material mágico criado pela sabedoria de Aulë. Através dos seus poderes, Aulë juntou os seis metais acima enunciados e com ele criou uma nova substância inquebrável e que apenas ele próprio podia manejar; a sua cor variva entre um verde brilhante e o
vermelho consoante a luz que nela incidia, possuindo todas as propriedades dos materiais que lhe deram origem bem como outras que lhe eram únicas.
Aulë soldou estes elementos numa substância da maior dureza, brilho e lizura que alguma vez existiu ou existirá criando uma poderosa corrente a que chamou Angainor, a Opressora;
mas o tilkal que tinha à sua disposição não chegou para mais do que acrescentar um pouco deste elemento a cada um dos elos que integravam a corrente. Ainda assim conseguiu criar
duas algemas e quatro grilhões apenas de tilkal: às algemas chamou Vorotemnar, aquelas que prendem para sempre; os grilhões ficaram conhecidos por Ilterendi, pois não podem
ser rachados.

Aquando da queda de Melkor às mãos dos Valar, Angainor foi-lhe colocada e assim foi levado para o seu cativeiro. Mais tarde, no final da Guerra da Ira, Angainor voltou a
acompanhar Melkor no seu desterro Vazio.

O nome "tilkal": este nome resulta da combinação das letras iniciais de cada elemento que lhe deu origem; assim: T(ambë) I(llsa) L(atúken) K(anu) A(nga) L(aurë). ilsa e laurë eram
os nomes "mágicos" de telpë e kulu (prata e ouro).
 

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